Uma edição, muitas vozes, diferentes olhares e um tema que atravessa a sociedade de muitas formas: PRECONCEITO. A segunda edição da Revista Divulgação reúne diferentes autores, experiências, opiniões e perspectivas para provocar reflexões sobre um assunto que precisa ser discutido, questionado e enfrentado. Em cada texto, um olhar. Em cada autor, uma forma de contribuir para uma conversa que não pode ficar restrita às páginas de uma revista. Falamos de sociedade, comportamento, respeito, diversidade e das muitas faces do preconceito que ainda insistem em fazer parte do nosso cotidiano. Porque quando diferentes vozes se encontram, novas perspectivas surgem. E é assim que o conhecimento também transforma! 📖 A segunda edição já está no ar! Venha conhecer, ler, refletir e compartilhar. Revista Divulgação. Conteúdo de verdade, para pessoas de verdade. #RevistaDivulgação #Preconceito #Diversidade #PluralidadeDeVozes #ConteúdoDeVerdade
30 de outubro de 2026 - Brasil e começamos a entender como queremos ser tratados. É dentro da escola que aprendemos a conviver com as diferenças e a enxergar nelas um enorme potencial de aprendizado. É dentro da escola que começamos a gerir nossos primeiros problemas da vida social e, com eles, a travar uma infinita batalha entre a gentileza e a crueldade.
Toda vez que eu vejo um aluno cabisbaixo, sentado no degrau de uma escada qualquer da escola, a primeira coisa que me vem à mente é a possibilidade de ele ter sido alvo de algum preconceito, de o caminho dele ter, naquele dia, se cruzado com o de alguém que optou pela crueldade.
É claro que pode estar enfrentando problemas familiares, de saúde ou acadêmicos, mas essas possibilidades não são as primeiras que me ocorrem. Porque até hoje várias das conversas que eu tenho com a minha psicóloga voltam para as marcas que eu trago do meu período de escola, por mais que eu tenha aprendido a ressignificá-las.
Em “Caderno de um Ausente”, João Anzanello Carrascoza diz que o nome é a primeira marca gerada na vida de alguém. As demais vêm ao longo dos anos, nas relações familiares, escolares, afetivas, profissionais. Se você pudesse enxergar as marcas que gerou na vida de alguém do seu tempo de escola, você se orgulharia ou se envergonharia delas? A verdade é que você não pode mudar o passado, porque um insulto ou uma agressão não podem ser simplesmente apagados com
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