sabendo identificar essas armadilhas para que nunca aceitem a subalternidade que a elite tenta lhes impor.
Nós não somos sobreviventes da história de opressão que tentaram desenhar para nós; somos os construtores soberanos da alma, da inteligência e da riqueza deste país. Se o projeto do Estado foi arquitetado pela elite para nos manter na tranca, na margem ou no vácuo de direitos, a nossa união, o nosso letramento e a nossa voz para as próximas gerações são as provas definitivas de que viemos do topo, e é para o topo que nós estamos voltando.