Data da leitura: Agosto de 2024
Nota - É a história da Bela Adormecida no Bosque, a universal La Belle au Bois Dormant, divulgada por Perrault, comentada minuciosamente por Saintyves: Les Contes de Perrault et Les Récits Parallèles, Paris, 1923, p. 61 a 101. O tema era conhecido no Anciennes Croniques D'Angleterre, Faits et Gestes du Roy Perceforest et Des Chevaliers du Franc Palais, cujo original latino provém do século XIII. Há um episódio semelhante entre o cavaleiro Troylus e a bela Zellendine, adormecida (idem, p. 99). Teófilo Braga incluiu uma variante do Algarve: A Saia de Esquilhas, nº 4, p. 1ª. É o Mt. 410 de Aarne-Thompson, Sleeping Beauty, com os elementos F 316, D 1186. 9, F 316. M 370, D 945, D 735 não está completo porque o príncipe desencanta a princesa adormecida segurando-lhe a mão e não a beijando, e T 101, and holds a happy mariage. O final de minha versão, fiel a Perrault, não foi classificado no Types of Folk-tale, p. 66, 67, FFC. 74. A citação de "elementos", letras seguidas de algarismos, refere-se à sistemática do prof. Stith Thompson, Motif-Index of Folk-Literature, cinco volumes, Indiana University Library, Bloomington, 1932-1935, U.S.A. Versões seiscentistas no "Pentamerone", segunda da oitava e quinta da quinta. Confrontar com o "Rei Caçador", de Sílvio Romero, em que os três filhos são "Sol, Lua e Luar”.