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Revista YAG 3

By Yag News

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Published
Nov 6, 2026
Pages
30
Language
Portuguese

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  • N°3 - Novembro 2026Paulo Firmiano O novinho da FatalFans
  • SÉRIE ESPECIAL: ÍCONES DE ORGULHOEpisódio 2: Cláudia Celeste e o Brilho que a Censura Não Conseguiu Apagar A HISTÓRIA DA PRIMEIRA TRAVESTI A PROTAGONIZAR UM MARCO NA TELEVISÃO BRASILEIRA, ENFRENTANDO OS MILITARES COM GLAMOUR, TALENTO E CABEÇA ERGUIDA.
  • O Pioneirismo e a Tesoura da CensuraEm 1977, o autor Walter George Durst e o diretor Daniel Filho escalaram Cláudia Celeste para uma participação na novela "Espelho Mágico", da Rede Globo. O papel parecia metalinguístico: ela interpretaria uma corista de teatro de revista que ensinaria coreografias à personagem da atriz Sônia Braga. Cláudia gravou suas cenas, esbanjou carisma e entrou para a história como a primeira travesti a atuar em uma novela brasileira. Sua aparição foi ao ar e hipnotizou o público. Porém, o feito durou pouco. Duas semanas após a exibição, a imprensa da época destacou a identidade de Cláudia. Assim que os censores do regime militar descobriram que uma travesti havia aparecido na principal vitrine da TV nacional, o impacto foi imediato: novas cenas foram proibidas, a participação foi bruscamente cortada e o nome de Cláudia foi vetado dos veículos de comunicação de massa.
  • Paulo Firmiano"Novinho, Gostoso, & Safado"
  • Page 6"Todo molhadinho para você!"
  • "Estilo Maloka""Mas todo dengoso"
  • Page 18"Leite puro & abundante"
  • Contos EróticosO cara da TV a cabo Tenho 27 anos, moro em São Paulo com minha irmã mais velha e sempre tive vontade assinar o canal de sexo da tv à cabo, pois sou tarado em pornografia. Depois de muito pensar, resolvi ligar para a operadora aqui da região e contratar o canal. No dia marcado, estava sozinho em casa esperando o cara da operadora para à instalação. Era um dia muito quente e eu estava só de calção e camiseta.
  • Page 27Ficamos quase um minuto assistindo a tv em silêncio e coisas estranhas começaram à passar pela minha cabeça. Foi então que o rapaz quebrou o silêncio entre nós e disse que já fazia algum tempo que ele não encontrava alguém para dar uma chupada no seu pau e levatou-se falando que teria de ir embora pois ainda tinha mais instalações para fazer e estava com a impressão de que aquele seria o seu dia de sorte e que encontraria alguem para quebrar o seu jejum. Olhei bem para ele e disse meio sem pensar que talvez ele já tivesse encontrado esse alguem. Ouvindo isso, o rapaz ali na minha frente com aquele pau duro por baixo da calça falou: "Se você fosse esse alguem seria muito bom pois você até que é gostosinho e eu já estou de pau duro mesmo." E foi chegando mais perto de mim que ainda estava sentado no sofá. Meio tremulo, tomei coragem e acariciei seu pau por cima da calça admirado não só com o tamanho mas como estava duro também. Ele disse: "Isso viadinho gostoso, acho que você entendeu bem. Não acha melhor tirar-lo pra fora da calça ? Ele já está doendo preso aí dentro." Não pensei duas vezes, abri a sua calça e pude ver meio pau escapando para fora da cueca, com uma cabeça avermelhada toda melada com aquele liquido transparente. Ele acariciava meus cabelos e dizia: "Ele é bonito né? Pega nele e sente como está duro. É você que tá fazendo ele ficar duro assim." Realmente, depois que abaixei a sua cueca e pequei aquele pau nas mãos pude constatar a beleza daquele pau que devia ter uns vinte centimetros era grosso e reto, moreno com a cabeça avermelhada e estava duro como pedra, apontado para cima. Ensaiei uma punheta e ele disse que era melhor eu chupar logo, pois ele estava a muito tempo sem trepar e não queria gozar com punheta. Fiz o que ele mandou. Dei uma lambida na cabeça melada para conhecer o gosto e fiquei surpreso com o sabor meio adocicado. Enfei a cabeça na boca e começei chupar sem saber se estava fazendo a coisa certa. Logo descobri que estava, pois ele começou a gemer e dizer: "Eu sempre achei que homem chupa melhor que mulher, mas puta merda, que boca gostosa." E dizendo isso, empurrava o pau boca adentro quase me fazendo engasgar, não dava para engolir tudo aquilo, ele dizia: "Isso, massageia as minhas bolas" E eu massageava aquele saco grande e duro fazendo ele estremecer enquanto eu me deliciava com o melado gostoso que saia do seu pau. As vezes tirava o pau da boca e engolia uma das bolas, as duas não cabiam juntas. O cara tava adorando. Derepende sem falar nada ele segurou a minha cabeça e eu senti a minha boca enchendo com a sua porra que tinha um gosto diferente mas não menos gostoso.
  • Page 28Com o susto, tirei o seu pau da boca e ainda senti uns dois jatos acertarem o meu rosto. Me recuperei rápido do susto e assim que entendi o que estava acontecendo voltei a lamber o seu pau, agora todo sujo com a sua porra enquando ele falava: "Nossa que coisa boa. Lambe ele. Tá gostando ?" e eu respondia com a boca meia cheia: "Ãhã". Ele logo se afastou e pediu para ir ao banheiro, me deixando na sala ainda de pau duro e muito confuso com o que estava acontecendo. Fiquei ali enquando ouvia o barulho da sua urina na agua do vaso. Ele voltou logo e sentou-se já sem roupas ao meu lado no sofá, pois a minha mão no seu pau meio duro, dizendo: "Foi a sua primeira vez, não foi ? Você ainda não gozou, deveria ter batido uma punheta enquanto me chupava. Você quer que eu te faça gozar sem nem encostar no seu pau?" Eu respondi afirmativamente com a cabeça e então ele mandou eu chupar o seu pau novamente. Eu não perdi tempo, fiquei ajoelhado no chão de frente para ele no sofá e começei a mamar naquele pauzão. Enquanto chupava ele brincava comigo tirando o pau da minha boca e batendo devagarinho com ele no meu rosto, falando: "Você tá gostando de mamar num pau, né? Chupa as bolas e bate uma punhetinha pra ele ficar bem duro." E disse para eu ir tirando a roupa enquando chupava e eu obedeci prontamente. Quando eu já estava pelado ele foi descendo do sofá e deitou-se no chão colocando-me encima dele. Nesta posição eu fiquei de quatro com a minha bunda escancarada bem na cara dele e o seu pau bem na frente do meu rosto. Ele disse: "Agora eu vou dar um trato no seu cuzinho pra ele ficar preparado pra inauguração" E começou lamber minhas pregas com vontade. Fiquei louco com aquela lingua tentando entrar no meu cuzinho e com aquele pau duro na boca. Mau conseguia chupa-lo de tesão. Ele começou a enfiar o dedo indicador e eu nem me preocupei com a dorzinha que aquilo estava provocando. Quando vi a dor já tinha sumido e eu podia sentir que havia mais de um dedo ali dentro. Apos de alguns minutos de labidas e dedadas ele disse: "O seu cuzinho já está pronto." E eu respondi: "O seu pau também." Corri no meu quarto para buscar uma camisinha, na volta passei no quarto da minha irmã e peguei um creme hidratante. Minhas pernas estavam tão bambas que mau podia andar. Ao voltar na sala ele estava sentado todo relaxado no sofa, sorrindo com aquele pauzão apontado pra cima. "Que viadinho esperto, foi buscar um creminho. Só por isso vou dexar você sentar no meu pau. Assim você controla a entrada dele." Disse enquando balança o pau. Novamente me ajoelhei na sua frente, dei mais uma chupada e coloquei a camisinha que quase não entrou naquele pau. Dei uma lambuzada de creme no pau e no meu cuzinho e fui subindo no sofá de joelhos de frente pra ele com as pernas abertas por fora das pernas dele. Estavamos quase deitados. Ele com um sorriso enorme no rosto abria fortemente a minha bunda e falava: "Que gostoso né? Tá dando uma de empregadinha safada ... Você tá pronto pra virar mulherzinha?" E esfregava a cabeça do pau no meu cuzinho. Eu não conseguia responder nada. Quando senti que a cabeça tava firme na entrada do meu cuzinho começei a forçar o corpo de encontro com ela e com isso, sentir uma dor bem menor do que estava esperando.
  • Page 29Quando senti que a cabeça já tinha entrado e não estava doendo muito, empurrei o corpo para traz e senti quase toda aquela vara entrando na minha bunda. Foi maravilhoso. Dei uma descansada enquando ele continuava abrindo a minha bunda com as mãos e tentando olhar o pau entrando dizendo: "Que empregadinha safada mais gostosa... você tem um cuzinho delicioso, sabia? Tá aguentando quase o meu pau inteiro" E dava leves estocadas no meu cú. Eu podia sentir direitinho o seu pau dentro do rabo. Sem perceber, começei a rebolar, a subir e descer a bunda, sentia o seu pau entrando e saindo quanse inteiro do meu cuzinho, meu corpo estava tremendo e o meu pau todo melado roçava a barriga peluda daquele macho. Eu rebolava cada vez mais e ele já não conseguia dizer obcenidades, só gemia. Eu estava me sentido a mais feliz das putas. Pingando de suor encima dequele macho tesudo. As vezes descia a bunda dando uma rebolada e engolia o pau inteiro sentindo a cabeça batendo bem no fundo do meu cu. Ele nem se mexia. E eu não sentia dor nenhuma. Agora eu fico pensando e acho que deve ter sido uma cena maravilhosa. A minha bunda arrebitada com a cabeça do pau dentro do meu cú e o resto aparecendo e em seguida a minha bunda descendo e engolindo o pau inteiro. Quando senti que ia gozar disse à ele, que respondeu: "Eu não disse que você ia gozar sem encostar no pau? Goza agora que eu também vou gozar" Não deu nem tempo dele terminar esta frase e eu estava gozando no peito cabeludo dele. Em seguida pude sentir as suas estocadas mais fortes acompanhada de seus urros e resmungos de que aquilo é que era cú. Tirei o pau dele no meu cú e esparei passar o extase do gozo ainda por cima dele. Eu mal conseguia me mexer de tão mole e tremulo que meu corpo estava. Ele ainda tirou a camisinha e mandou eu limpar seu pau mole. O que fiz meio sem gostar, pois preferia ele duro. Em seguida ele foi para o banheiro se limpou e voltou vestido. Disse que hoje era realmente o seu dia de sorte e saiu sorridente pela porta da frente. Eu ainda demorei algum tempo até conseguir me levantar mas também acho que esse foi o meu dia de sorte. Nunca poderia imaginar que é tão gostoso dar a bunda. Estou prestes à me casar, adoro trepar com a minha noiva mas não pretendo ficar muito tempo sem dar a bunda.
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O Pioneirismo e a Tesoura da Censura

Em 1977, o autor Walter George Durst e o diretor Daniel Filho escalaram Cláudia Celeste para uma participação na novela "Espelho Mágico", da Rede Globo. O papel parecia metalinguístico: ela interpretaria uma corista de teatro de revista que ensinaria coreografias à personagem da atriz Sônia Braga.

Cláudia gravou suas cenas, esbanjou carisma e entrou para a história como a primeira travesti a atuar em uma novela brasileira. Sua aparição foi ao ar e hipnotizou o público. Porém, o feito durou pouco. Duas semanas após a exibição, a imprensa da época destacou a identidade de Cláudia. Assim que os censores do regime militar descobriram que uma travesti havia aparecido na principal vitrine da TV nacional, o impacto foi imediato: novas cenas foram proibidas, a participação foi bruscamente cortada e o nome de Cláudia foi vetado dos veículos de comunicação de massa.

O Retorno Triunfante e o Legado Definitivo

A Ditadura Militar tentou silenciá-la, mas o talento de Cláudia Celeste era grande demais para ser contido pela burocracia do preconceito. Ela seguiu brilhando nos palcos, viajou pela Europa com espetáculos aclamados e manteve-se como uma das maiores referências da arte trans e travesti no país.

A justiça histórica tardou, mas veio no mesmo formato. Em 1988, com o Brasil já redemocratizado e promulgando sua nova Constituição, Cláudia retornou triunfante às telenovelas. Convidada pelo diretor Walter Avancini, ela interpretou a personagem Diná na novela "Olho por Olho", da Rede Manchete. Dessa vez, sem cortes, sem censura e com seu nome brilhando orgulhosamente nos créditos de abertura.

Cláudia Celeste nos deixou em 2018, aos 66 anos, mas seu pioneirismo pavimentou a estrada pela qual hoje caminham atrizes como Nany People, Linn da Quebrada e tantas outras identidades trans que ocupam o audiovisual brasileiro. Ela provou que o corpo travesti é sinônimo de arte, dignidade e pioneirismo.

"Eles podiam cortar as fitas e proibir as imagens, mas não podiam apagar o fato de que eu estive lá. O teto de vidro já estava quebrado." — Cláudia Celeste, sobre a resistência artística contra a ditadura.