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Livro Dark Fantasy_20260402_093537_0000

By Henrique Becker

O livro e sobre uma fantasia dark fantasy

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Published
Apr 2, 2026
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22

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  • CoverGUERRA DA SOBERANIA
  • Page 2Editora: Senai SBS SENAI
  • GUERRA DA SOBERANIAPor: João Lucas Kosciarz Pilar, Higor Waldmann Martins e Henrique Becker. Numa era antiga, em um mundo de desesperanças e desalento, um horizonte nascia frio e pálido, castelos obscuros cresciam conforme a energia daquele lugar se fazia presente, cidades tomadas de medo permaneciam escondidas com receio de serem encontradas e destruidas pelas criaturas que aquele mundo abrigava. Espécies diversas vivem em constante pavor de serem achadas e por isso não convivem nem coadunam umas com as outras, não exploram pelo mesmo motivo, mas permanecem seguras em suas mentes, mesmo em constante perigo e tribulação. Essa é Nexaryon...
  • Page 4Numa floresta negra e densa, com vigas musgosas, chão enlameado e criaturas assombrosas rodeadas de energias almáticas tão detestáveis e moribundas, um cavaleiro se erguia nas sombras, ferido, com sangue se espalhando pelas folhas secas e pela madeira podre que o cercava, sua armadura enferrujada e velha que a muito tempo havia ganhado de seu pai, o ferreiro da cidade de Gradeliath, o velho Balgard Magnus, esse, que era famoso pelo seu nome e seu cargo, produzia equipamentos para frotas inteiras e tinha um passado lúgubre, já comandou as tropas do Império Dreantylu e matou a própria esposa por pressão após ela se rebelar contra as forças imperiais, se culpou até sua morte, mas nunca contou ao seu filho sobre a morte verdadeira de sua mãe.
  • Page 5Balgard vivenciou a queda de tronos e assitiu a mortes lentas e viscerais de guerreiros hoje já esquecidos. Treinou seu filho para se tornar o guerreiro perfeito, aquele que jamais seria derrotado, porém, mesmo com tantos esforços, seu filho se tornou um guerreiro forte e destemido, mas não invencível, se rebelando contra os Impérios assim como sua mãe, fugindo então de Gradeliath, sua cidade natal, e vivendo como nômade.
  • Page 7A origem desse guerreiro é cercada de mitos e lendas, há quem diga que o mesmo tenha morrido pelas mãos de uma espécie repugnante, um Antragor. Aquele que é tido como o grande salvador corajoso renasceu no âmago da árvore Máter, o centro de Nexaryon, aquela que tem poder para gerar ou curar as vidas dos puros de coração. Apenas boatos circundam a personalidade misteriosa e envolta de olhares desse cavaleiro. O nome desse guerreiro ecoa por toda Nexaryon de forma lendária e gradiosa, sendo referenciado como sinônimo de bravura e valentia, após ter travado inúmeras guerras sombrias contra criaturas assustadoras jamais antes vistas, ter Antragors são uma espécie de mortos visto o sangue da morte escorrer pelas terras desoladas vivos nascidos no coração da maldade desse antro em que vive e ainda assim conseguir estudar no início do universo, necromantes e entender o mundo e as guerras entre os Impérios em errantes cujo seus princípios são a que vive, é um viajante eremita e misterioso, Alexandrius mais pura e legítima forma da Magnus é seu nome. Alguns camponeses dizem terem calamidade conhecida por qualquer visto Alexandrius em alguns de seus acampamentos nas ser já visto em toda Nexaryon. florestas negras, a fumaça de suas fogueiras voam pelo ar sufocante desse universo caído.
  • Page 9As terras de Nexaryon vivem na mais conhecida e repudiada Guerra da Supremacia, que assombra os povos das terras de Nexaryon a milênios, a guerra é travada entre os dois Impérios de Nexaryon, o Império Dreantylu e o Império Astavengar, esses, lutam para conseguir o Oráculo Etéreo, que fica na região mais abastada de Nexaryon, a fabulosa Nagorynha, os Impérios brigam entre si para a encontrar incesantemente, mesmo sem terem provas de sua veracidade, lutam cegamente pelo poder e controle. Os mais astutos dizem que essa guerra é irrevogável, porém, dos fundos das mais badaladas tavernas, há uma cantiga que acompanha uma lenda... "aquele que portar o oráculo, terá em suas mãos o poder de controlar todas as espécies que habitam as terras de Nexaryon..."
  • Page 11Alexandrius Magnus está descansando na floresta Ingbam, após um dia de andanças e lutas contra criaturas asquerosas, sangrando, ferido e bebendo de um cantil que carregava junto de seu cavalo a sua bebida dragf, muito conhecida dentro das tavernas de Nexaryon, tem efeitos fortes e duradouros de retardo e sono, se beber além da conta pode derrubar até o Orc mais forte. Ao fazer uma fogueira, o cavaleiro se senta bebendo e segura uma coxa de grorg perto da fogueira para se alimetar, então, o guerreiro pega as anotações que carrega consigo e passa a analisar com cuidado tudo que já havia escrito. Alexandrius é um grande curioso, entusiasta de tudo que o cerca Grorgs são aves inofensivas e bem naquele mundo morto, e agora já faz algum tempo nojentas, mas tem uma carne muito que vem escrevendo sobre a Guerra da Supremacia, a guerra que já dura a tempos imensuráveis e sem prévia de acabar.
  • Page 12se erguem sobre a sombra da morte e usam de seu tamanho e velocidade para trucidar tudo aquilo que julguem ser mais fraco, é um mundo injusto e sem esperança.
  • Page 13Após muito viajar e ser apresentado as piores situações possíveis, Alexandrius chega até um pequeno vilarejo de Bragfats, ele vai até os portões dessa vila e é recebido por um Bragfat velho que cuida da segurança do local, apesar de ele ser o único que cuida da segurança e aparentar estar fraco, o cavaleiro respeita as vontades do mesmo e com respeito e paciência o escuta, o velho Bragfat se apresenta como Derwac, e começa a fazer diversas perguntas ao guerreiro: -Qual seu nome forasteiro?
  • Page 14Os Bragfats são seres altos e esguios, mas com um coração bom e puro por natureza, foram exilados de Yinn, sua cidade natal, após serem dominados e quase extintos pelo Império Astavega, existem poucas comunidades e vilarejos de Bragfats por Nexaryon, vivem isolados pois preferem não se mostrar num mundo cheio de perigos como esse, mas acolhem os forasteiros nômades que passam pelo seu vilarejo. Uvlyva u lowu a ceu Mvuzwa a ubepu
  • Page 15O cavaleiro se aproxima e percebe um Sétrius tocando um alaúde e cantando com uma voz angelical essa música de ancestrais Bragfat que aprendeu provavelmente após passar anos nesse vilarejo. O canto do Sétrius chama a atenção de Alexandrius que após um tempo escutando, o mesmo se aproxima daquele que está cantando e o questiona: -O que cantas jovem sapo?
  • Page 16Assim, se inicia um relacionamento ameno entre o Sétrius e Alexandrius. Até que...
  • Page 17-Qual seu nome, homem sapo? -Meu nome é Leri-el, mas me chame como quiser, já estou acostumado a ser rebaixado por aqueles de sua espécie.
  • Page 18Ao voltar seus olhos para os corpos moles e pálidos no chão, seu corpo recebe um feixe de dor forte que o faz ficar joelhos, o guerreiro acha estranho, mas apenas volta a se erguer. Alexandrius imagina como essas criaturas estavam em seus últimos momentos, algumas transportavam alimentos, outras armas, outras tentavam curar todos seus erros e desejando saírem vivas de toda aquela situação, outras apenas caiam sem mais nenhuma alma em seus corpos, já outras lutavam diretamente contra as forças opositoras, todos em nome de um Oráculo sem provas de sua existência, todos manipulados pelos devotos do poder, por aqueles que apenas se sentam no trono sem nada a fazer ou sem se esforçar, apenas utilizam suas línguas e saliva ácidas para mandar e ordenar aqueles que nada podem contra todo esse poderio ideológico, os horrorres da guerra, as vidas, lágrimas tão desejadas, já não rolam mais. A esperança é o inato mais belo que agora se acaba... Alexandrius, nota seu corpo enfraquecer a todo momento, com dores horríveis em seu abdômen, o mesmo adoeceu, consumido por salmonela após consumir carne estragada e mal cozida de grorg que cegamente e erroneamente comeu em vários de seus acampamentos. Alexandrius está com seus momentos contados...rodeados de muita dor e desesperança.
  • Page 19Seus olhos lentamente se fecham, deixando uma imagem escabrosa de um corpo no meio de muitos outros, a poesia da guerra infinita que dita como todos devem acabar, no mesmo cenário, na mesma situação, as almas que se voltam para a Árvore Máter. O peso da lamúria, da culpa, da ira que carrega permanece até o estremecer dos olhos nos suspiros finais...
  • Page 20Uma última gota de tinta cai da pena que usava para escrever, machando o canto da última folha de suas anotações, a última marca daquele guerreiro nesse mundo. To liiwa Encr f on unbe le ones are ans for or FIM...
  • Page 21Conheça o mundo inóspito e morto de Nexaryon, como a Logística trabalha na vida dessas criaturas estranhas...
  • Page 22Editora: Senai SBS
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As terras de Nexaryon vivem na mais conhecida e repudiada Guerra da Supremacia, que assombra os povos das terras de Nexaryon a milênios, a guerra é travada entre os dois Impérios de Nexaryon, o Império Dreantylu e o Império Astavengar, esses, lutam para conseguir o Oráculo Etéreo, que fica na região mais abastada de Nexaryon, a fabulosa Nagorynha, os Impérios brigam entre si para a encontrar incesantemente, mesmo sem terem provas de sua veracidade, lutam cegamente pelo poder e controle.

Os mais astutos dizem que essa guerra é irrevogável, porém, dos fundos das mais badaladas tavernas, há uma cantiga que acompanha uma lenda... "aquele que portar o oráculo, terá em suas mãos o poder de controlar todas as espécies que habitam as terras de Nexaryon..."